Cova da Onça x Portão da Floresta

Unidade de Conservação em que o trecho está inserido: Parque Nacional da Tijuca

Orientação Fácil
Nível de esforço Moderada
Exposição ao risco Pequena
Insolação Baixa

Distância: 5,5km Duração: 02h30

Desnível positivo: 201m Desnível negativo: 306m

Altitude inicial: 478m Altitude máxima: 534m

Água potável: Não Sinalização no sentido Guaratiba-Pão de Açúcar: Sim Sinalização no sentido Pão de Açúcar- Guaratiba: Sim Presença de trecho de escalaminhada: Não

Pontos de interesse: Monumentos históricos

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Perfil altimétrico (clique para ampliar):

Distância entre as atrações do trecho e trechos seguintes:

No sentido Pão de Açúcar (Leste):

Do Entroncamento da Cova da Onça até:

  • Trilha do Aloisio: 56 mts
  • Meu Recanto: 336 mts
  • Centro de Visitantes: 517 mts
  • Capela Mayrink: 928m
  • Alto do Cruzeiro: 2,1 km
  • Trilha Suspensa e Torre de observação: 2,7 km
  • Museu do Açude: 2,9 km
  • Mirante da Cascatinha: 4,5 km
  • Portão da Floresta da Tijuca na Praça Afonso Viseu: 5,5 km

No sentido  Barra de Guaratiba (Oeste):

Do Portão da Floresta da Tijuca na Praça Afonso Viseu até:

  • Mirante da Cascatinha: 1 km
  • Museu do Açude: 2,6 km
  • Trilha Suspensa e Torre de observação: 2,8 km
  • Alto do Cruzeiro: 3,4 km
  • Capela Mayrink: 4,6 km
  • Centro de Visitantes: 5 km
  • Meu Recanto: 5,2 km
  • Trilha do Aloisio: 5,3 km
  • Entroncamento da Cova da Onça: 5,5 km

Ponto de entrada oeste:

Ponto de entrada leste:

Portão da Floresta da Tijuca (Praça Afonso Viseu)

Atrações:

Vista especial da Cascatinha, Alto do Cruzeiro, Capela Mayrink, ruínas de fazenda de café, Museu do Açude, obras de arte ao ar livre e trilha suspensa.

Informações:

90% da Trilha é feita na sombra. Não há água potável na trilha. Banheiros no Centro de Visitantes e na chegada ao Museu do Açude. Entre as atrativos estão um Mirante, Cruzeiro, Museu, Capela um Parque Infantil e uma trilha suspensa.

Capela Mayrink

A Capela Mayrink foi construída em 1850 pelo Visconde Antonio Alves Souto e posteriormente vendida para o Barão de Mesquita tendo como padroeira N.S. do Carmo. A cor rosa simbolizava o status da família na época dos Barões do café.

Posteriormente vendida ao Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, quando passou a ser conhecida pelo nome de Capela Mayrink. N. Sra. da Imaculada Conceição é até hoje sua padroeira, representando a fé e caridade, logo na entrada.

A capela chegou a ter obras originais de Cândido Portinari, que depois de serem roubadas, foram recuperadas e doadas para o Museu Nacional de Belas Artes. Até hoje, replicas dos originais estão em destaque no altar da capela.

Trilha do Leopoldo e Trilha do Matheus

Cinco escravos, Eleuthério, Leopoldo, Manoel, Matheus e Maria, participaram no processo de reflorestamento da Floresta da Tijuca. Dois deles tiveram trilhas batizadas em sua homenagem.

Alto do Cruzeiro

1850 os escravos foram proibidos de participar das missas realizadas na Capela Mayrink pelos nobres fazendeiros com isso eles construíram seu próprio altar o Alto do Cruzeiro onde até hoje existe a mesa onde eram colocadas as velas.

Museu do Açude

O Museu do Açude foi criado em 1964 pelo seu patrono, o industrial Raymundo Ottoni de Castro Maya, proprietário da Gordura de Côco Carioca. Homem de diversos predicados, Castro Maya era um colecionador de relevante importância para a arte brasileira, além de amante da natureza. Em 1943, coordenou os trabalhos de reforma e urbanização da Floresta da Tijuca. No início dos anos 90, a partir da ECO92, o curador Marcio Doctors é convidado pelo então diretor, Carlos Martins, para conceituar um projeto que relacionasse arte contemporânea e natureza, criando em 1994, uma exposição de instalações temporárias, que se relacionava com a Floresta da Tijuca, tombada pelo Patrimônio histórico e artístico nacional (IPHAN) desde 1966.

Em 1999, Marcio Doctors, idealiza a criação do Espaço de instalações permanentes, criando um acervo de arte contemporânea para o Museu do Açude, onde ele reconfigura a antiga ideia burguesa de jardim de esculturas em Espaço(nome ligado ao Cosmos) de instalações permanentes. Projeto pioneiro no Brasil e premiado em 2004 pelo Governo do Rio de Janeiro, com o prêmio Estácio de Sá, pela sua excelência e relevância para a história da arte brasileira.

Morro do Visconde (Mirante da Cascatinha)

O Visconde Alfred Escragnolle Taunay foi herdeiro do Sítio do Taunay. Sei pai morou por muitos anos no sítio onde construiu uma casa onde hoje tem um quadrilátero no meio do estacionamento da cascatinha. Seu pai se chamava Félix Taunay o Barão de Taunay, que herdou a casa de Nicolas Antonie Taunay, o famoso pintor que veio ao Brasil junto com a Missão Artística francesa de 1818 onde eternizou a imagem da cascata através de sua pintura.

Trilha dos Estudantes (Antiga Trilha da Cascatinha)

Recebeu esse nome após a criação do Centro de Visitantes. Foi construída visando a educação ambiental através da importância das águas, do solo e da conservação.

Galeria de fotos:

Adotante:
AVEC Trilhas

Site/Facebook do adotante:
http://www.avectrilhas.com.br/
https://www.facebook.com/avec.trilhas

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